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Torre de Babel

Torre de Babel

As primeiras civilizações

Por volta de 3200 a.C., nos grandes vales aluviais do Próximo Oriente, o do Nilo no Egito e os do Tigre e do Eufrates na Mesopotâmia, a história do mundo inicia uma etapa decisiva.

 

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É, com efeito, nos lodos deste Crescente Fértil que nascem as primeiras civilizações urbanas, que se estruturam impérios, que se constroem cidades notáveis pelo seu tamanho, o seu plano e a sua arquitetura, que se elabora, sobretudo, um sistema de sinais destinados de início a contabilizar as trocas de mercadorias, que se aceleram, e depois a traduzir e registar os sentimentos e os pensamentos do homem.

 

Nasceu a escrita e, com ela, a história. Aparecida na Mesopotâmia e no Egito, permite pela primeira vez nomear os homens e datar os acontecimentos que constituem a trama na qual se inscreve o tempo histórico.

 

Entre as cidades-estados da Mesopotâmia, o reino do Egito, unificado pelo rei Menés, e o conjunto das regiões do Próximo Oriente, até ao distante vale do Indo, desenvolvem-se então correntes de intercâmbio e deslocações de populações que são o início desse movimento incessante que marca o ritmo da história do mundo.

O túmulo perdido de Gengis Khan

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Morto no dia 18 de agosto de 1227, a única coisa que se sabe sobre o possível paradeiro da tumba de Gengis Khan é o que nos conta A História Secreta dos Mongóis, escrita em 1240. No livro, relata-se como o corpo foi enterrado num lugar secreto, sobre o qual galoparam mil cavalos em círculo até apagar todo o rasto da sepultura.

O túmulo perdido de Almançor

Líder do Al-Andalus, saqueou repetidas vezes o atual território português, mas encontrou a morte em Bordecorex, no dia 10 de agosto de 1002.

 

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Algumas crónicas dizem que foi enterrado em Medinaceli (Soria, Espanha), tendo como sudário a terra recolhida nas suas campanhas, mas o paradeiro exato do túmulo continua a ser um mistério.

O túmulo perdido de D. Rodrigo

Último rei visigodo, Rodrigo morreu na batalha de Guadalete (Andaluzia). Algumas versões dizem que escapou e morreu na fuga.

 

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Umas lendas situam o seu túmulo em Huelva, outras em Salamanca. As antigas crónicas de Leão localizam-no em Viseu e afirmam que, a cidade ao ser repovoada em 868, encontrou-se uma lápide que dizia: "Aqui jaz Rodrigo, rei dos godos".

 

D. Rodrigo foi o último dos 33 reis godos da Península Ibérica, começando por Ataúlfo, em 410.

O túmulo perdido de Átila, o Huno

No ano 453, Átila faleceu na noite de casamento. Conta-se que os seus soldados o enterraram e que depois se suicidaram para não revelarem o lugar onde ficou sepultado.

 

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Acredita-se que o túmulo pode estar ainda por descobrir na Roménia ou na Bulgária, devido ao costume dos povos nómadas asiáticos de enterrar os corpos nos territórios ancestrais das respetivas tribos.

 

Segundo a tradição, três ataúdes cobriram o corpo de Átila antes de ser definitivamente enterrado: um de ferro, um de prata e um terceiro de ouro puro.

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