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Torre de Babel

Torre de Babel

Como podem os pais evitar a morte súbita do seu bebé no berço?

Quando uma criança aparentemente saudável morre subitamente durante o sono, os pais, desesperados, reagem muitas vezes com um forte sentimento de culpa. Que terão feito de errado? Porque não se aperceberam de que algo ia mal? O facto é que não há forma de se prever a morte súbita no berço nem de a evitar. E, principalmente, nunca resulta de algo que os pais tivessem deixado de fazer ou feito mal.

 

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Atualmente, os médicos designam a morte súbita no berço por síndrome da morte súbita infantil. Esta síndrome, uma das primeiras causas de mortalidade em crianças com menos de 1 ano, tem sido intensamente estudada, mas o fenómeno continua por explicar. Embora já tenham sido sugeridas muitas causas, nenhuma foi comprovada.

 

Uma das hipóteses avançadas é a de a parte do cérebro que comanda a respiração não estar suficientemente desenvolvida; outra é a existência de qualquer anomalia desconhecida que tornaria a criança incapaz de combater uma infecção trivial. A morte de algumas vítimas foi também já atribuída por médicos e pais a asfixia pelas roupas ou por vómitos, mas estas hipóteses foram postas de parte.

 

Os médicos também estão convencidos de que as causas nada têm a ver com as pílulas anticoncepcionais, com a água fluoretada ou com quaisquer outros fatores ambientais, pois a morte súbita no berço já era conhecida nos tempos bíblicos e não parece ser mais frequente hoje do que o era há séculos.

 

Existem testes para verificar se a criança é normal?

 

Ainda mal o recém-nascido começou a respirar, já a parteira ou o médico estão a observar as suas condições fisiológicas e a apurar o seu índice de Apgar.

 

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O índice máximo de 10 é a soma de 2 pontos por cada um dos pontos seguintes: cor da pele, respiração forte e regular; batimentos cardíacos superiores a 100 por minuto; movimentos ativos e boa flexão dos braços e das pernas; choro e reflexos normais, como abrir os dedos quando se lhe faz cócegas nos pés.

 

Pele azulada ou pálida, pulsação fraca ou inexistente e outros sinais de dificuldades resultam em índices mais baixos.