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Torre de Babel

Torre de Babel

Dinheiro e propósito de vida para 2018

O início do ano é sempre uma época de balanços, mais em particular quando a escassez de dinheiro que vivemos nos faz reequacionar hábitos, atitudes, escolhas, estilos de vida, etc. Neste repensar das nossas escolhas é inevitável que nos perguntemos: estou a fazer aquilo de que mais gosto ou aquilo que devo fazer?

 

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Partindo do princípio que existe uma ordem universal, em vez do aparente caos que percepcionamos à nossa volta, e que cada um de nós é um ser único com características únicas que poderá contribuir de forma única para criar um mundo melhor, através dessas suas características, o que lhe perguntamos é: Conhece o seu propósito de vida?

 

O seu propósito de vida

 

Conhece a sua missão de vida única, a sua contribuição especial ou o seu serviço de amor? Sabe o que é que gosta tanto de fazer que até "pagaria para o fazer"? Se sabe e desempenha esse serviço, reconheça a sua enorme fortuna, pois pertence aos cerca de 2% de pessoas no mundo inteiro que fazem aquilo que amam! Mas, se ainda não sabe, não desanime, pois nós estamos sempre – ainda que na maioria das vezes não sejamos capazes de o reconhecer – a viver o nosso propósito de vida.

 

O dinheiro é um meio de troca

 

Então, onde é que entra o dinheiro nesta equação aparentemente perfeita de: "Faz aquilo de que mais gostas e serás feliz"? O dinheiro é um meio de troca, embora tenha sido usado ao longo dos últimos milénios como um instrumento de controlo e poder e se encontra ainda muito ligado a essas ideias. É importante retirar-lhe toda essa carga negativa e usá-lo apenas para que foi criado, para facilitar as trocas: aquilo que recebemos em troca do nosso tempo e da nossa criatividade (trabalho) e que usamos para pagar bens e serviços de que precisamos.

 

E se é certo que o dinheiro não traz felicidade, está mais do que provado (individual e cientificamente) que para sermos felizes precisamos de assegurar um mínimo de conforto e de o garantir para que a falta de dinheiro não seja uma fonte de constante preocupação e frustração. Assim, o dinheiro é apenas o que recebemos em troca do serviço que prestamos aos outros com esse propósito maior de sabermos que estamos a contribuir para tornar este mundo um sítio melhor.