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Torre de Babel

Torre de Babel

O comércio assírio

Por volta de 1800 a.C., os mercadores assírios desenvolvem nas grandes cidades hititas da Ásia Menor um comércio florescente.

 

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As grandes famílias assírias, organizadas em verdadeiras empresas comerciais, estão subordinadas à administração central do gabinete de Kanesh, um organismo do Estado dotado de prerrogativas económicas, financeiras e judiciais.

 

Os príncipes do país regulam este comércio, o seu desenvolvimento, as rotas mercantis, os impostos e as modalidades; os seus únicos parceiros são os mercadores assírios, que retiram grandes lucros e compram nos países a leste do Tigre o estanho de que a Anatólia precisa para fabricar o bronze.

 

O transporte deste estanho, bem como o dos tecidos, é feito em burros albardados com selas de carga que têm nomes muito precisos. Os direitos alfandegários, as taxas sobre as pessoas, os impostos e o custo da alimentação, tudo é registado e contabilizado. Os condutores das caravanas dispõem, para as suas despesas, de somas em «estanho de mão».