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Torre de Babel

Torre de Babel

O deus Marduk

O grande deus da Babilónia, Marduk, ilustra simultaneamente a grandeza e as vicissitudes da cidade-farol da Mesopotâmia.

 

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O seu primeiro templo é-lhe dedicado pelo terceiro rei da 1ª dinastia da Babilónia. É o roubo da sua estátua, juntamente com a de Zarpanitum, que marca o fim desta dinastia.

 

Levada para a Babilónia por um rei cassita, é uma vez mais o seu cativeiro em Elam, em 1157 a.C., que simboliza o fim do domínio cassita na Babilónia.

 

Nabucodonosor I, rei da 2ª dinastia de Isin, conquista uma glória secular ao obter uma vitória decisiva sobre o «inimigo hereditário», o que lhe permite recuperar, em Susa, a estátua de Marduk e reinstalar a divindade dentro das suas muralhas.

 

Na época dos Cassitas, que tinham adotado largamente o panteão babilónico, a ascensão de Marduk aparece de maneira evidente numa das muito numerosas obras literárias então produzidas, o Poema da Criação. Marduk afirma-se aí como o campeão dos deuses.

 

Com frequência simbolicamente representado nos kudurrus, o seu caráter agrário revela-se no seu animal-atributo: o dragão-serpente cornudo.