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Torre de Babel

Torre de Babel

Véspera de Ano Novo 2017

O ano de 2017 está terminando e 2018 espreita com novas promessas e novas alegrias. A mudança de ano é sempre especial e simboliza renascimento e um novo começo. Por todo o mundo as ruas se enchem de gente festejando, ao som do onipresente fogo de artifício, o início de um novo ano. Um bom e repleto de sucesso 2018!

 

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Este ano de 2017 ficou marcado em Portugal pela tragédia dos incêndios, pela seca severa, pelos jogos de poder no futebol e por uma relativa estabilidade política e social. O Governo de Esquerda, aproveitando uma Direita fraca e instável, especialmente representada pelo PSD, caminha numa estabilização do seu poder em Portugal. O Bloco de Esquerda tem aproveitado a sua pequenina fatia de poder para ditar normas de conduta e novas leis absurdas, mas o líder do PS, António Costa, tem resistido muito bem a essa tentativa de protagonismo por parte do partido liderado por Catarina Martins.

 

No futebol, Pedro Guerra é o homem em destaque pelos piores motivos. O colaborador do Benfica e de Vieira tem estado na boca dos Portugueses por causa do Caso dos E-mails. Outros comentadores desportivos, que na prática nada entendem de futebol, também dominam o panorama, fruto da sua boa aplicação das cartilhas ditadas pelos seus respectivos clubes. No jogo de campo, o FC Porto tem demonstrado a sua superioridade e será o provável campeão esta temporada. O Benfica está mergulhado numa crise profunda e o Sporting segue na sua avenida de bom futebol e zero títulos.

 

Os incêndios causaram mais de 100 mortos em Portugal neste ano de 2017, tendo sido, portanto, o pior ano de sempre! Responsabilidade não somente do atual Governo como dos anteriores, bem como dos particulares que nunca limpam os seus terrenos. A Indústria da Madeira também pode estar envolvida: menos madeira equivale a preços mais altos e, consequentemente, mais dinheiro.

 

No panorama internacional, destaque para a escalada de agressividade da Coreia do Norte, para o primeiro ano de Trump na Casa Branca, onde cumpriu, até agora, poucas das promessas eleitorais (muro ainda na cabeça de Trump mas não no terreno), e para a crise em que mergulhou o Brasil, fruto da corrupção crescente e da desconfiança generalizada dos Brasileiros perante os políticos, que tudo prometem e nada fazem.