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Torre de Babel

Torre de Babel

Dicas para permanecer motivado a fazer exercício físico

O entusiasmo e a motivação podem ser elevados no início de novos exercícios, mas é frequente que esmoreçam com o tempo.

 

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• Tente manter a prática de exercício físico como uma parte integrante da sua rotina diária normal, como pentear o cabelo ou jantar;

 

• Faça do exercício físico algo social e agradável: faça exercício com um amigo ou em grupo;

 

• Escolha o exercício apropriado. Se considera os ginásios aborrecidos, procure outras formas de se exercitar: junte-se a uma classe, jogue ténis ou squash, ou vá nadar;

 

• A sensação de realização pode atuar como uma força motivadora. Sempre que atingir um objetivo, proponha a si mesmo um outro;

 

• Adapte o exercício físico ao seu estilo de vida. Se estiver muito ocupado, procure oportunidades para fazer exercício dentro dos seus horários. Por exemplo, vá de bicicleta para o trabalho, suba as escadas em vez de usar o elevador, ou utilize um corta-relva manual;

 

• Continue a recordar a si próprio quais os benefícios para a sua saúde da prática de exercício físico e quais os perigos de uma vida sedentária. A prática de exercício físico é um investimento na sua saúde atual e futura.

Quem foi Gilbert Baker e porque a Google lhe dedica um doodle

O doodle desta sexta-feira, dia 2 de junho, é um pouco mais colorido graças a Gilbert Baker (1951-2017), criador da bandeira do arco-íris, um símbolo de orgulho e liberdade para a comunidade LGBT (LGBT é o acrónimo de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros).

 

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Autodidata na costura, Gilbert Baker colocou as suas habilidades no ofício em prol da comunidade gay de São Francisco, fazendo banners para marchas e protestos. Em 1978, Baker usou essas habilidades para criar um novo símbolo para a comunidade LGBT para substituir o triângulo rosa, símbolo de opressão e devastação da classificação nazista de pessoas LGBT na Segunda Guerra Mundial. O arco-íris de Baker foi um símbolo mais positivo e comemorativo.

 

"Precisamos de algo bonito, algo de nós", explicou Baker. "O arco-íris é tão perfeito porque realmente adapta-se à nossa diversidade em termos de raça, género, idades, todas essas coisas. Além disso, é uma bandeira natural – é a bandeira do céu!"

 

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Fazer a bandeira não foi uma tarefa fácil. Baker reuniu trinta pessoas no sótão do Centro Comunitário Gay em São Francisco para colorir à mão cerca de 915 metros de algodão. A bandeira moderna do arco-íris apresenta seis cores, mas o original usou oito, cada uma representando um aspecto diferente da comunidade. O símbolo icónico pegou moda e Gilbert Baker foi logo inundado com pedidos de mais bandeiras.

 

A irmã de Baker, Ardonna Cook, refletiu sobre a vida do seu irmão da seguinte forma: "A nossa família está tão orgulhosa do legado de ativismo e arte que Gilbert deixou ao mundo. Ele tocou milhões de pessoas e capacitou-as a tornarem-se pessoas LGBT mais fortes e visíveis. Gilbert liderou uma vida arrojada e inspiradora, criando a Bandeira do Arco-íris, e esse seu legado deve-nos conduzir ao respeito e celebração da diversidade".

 

 

O doodle da Google assinala o 66º aniversário do nascimento de Baker (nasceu a 2 de junho de 1951). O criador da Bandeira do Arco-íris faleceu há bem pouco tempo, no dia 31 de março deste ano de 2017.

 

Por causa de ter dedicado a sua vida à luta pela igualdade de tratamento dos diferentes géneros, a Google dedica este doodle ao alegre Gilbert Baker, campeão do orgulho gay!

Vida e Reinado de D. Afonso II

D. Afonso II (1185-1223), o Gordo, reinou entre 1211 e 1223.

 

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Filho de D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão, era ainda jovem quando sofreu uma enfermidade tão grave que, segundo testemunhos da época, foi qualificado como milagre o facto de ter sobrevivido. As crises de saúde, porém, sucederam-se durante toda a vida e os sintomas tornaram-se cada vez mais visíveis: deformações da pele e da carne, inchaços e feridas.

 

Pensa-se que sofria de lepra e, por isso, era conhecido por Gafo, que significava leproso. Hoje julga-se que se tratava apenas de uma doença com sintomas semelhantes.

 

Devido às suas características físicas, o terceiro rei de Portugal foi cognominado de o Gordo, muito embora a sua presença gentil contrariasse a estatura agigantada. Relatos descreviam-no "de fermosa presença e estatura, grosso em demasia, mas mui fermoso de rosto, porque tinha a testa grande, os olhos fermosos e castanhos, a barba e cabelo castanho, a boca grande, mas grossa e de boa graça, o nariz grande algum tanto levantado no meio, mui amigo de criar curiosamente o cabello da cabeça, e barba, que trouxe muito comprida até engordar, mas depois a costumava cortar muito rente [...] de corpo quasi agigantado [...] e gordo em demasia".

 

Na vida política, a preocupação de contrair as alianças matrimoniais mais convenientes era uma necessidade das monarquias medievais e D. Afonso II não foi exceção. Ainda antes de subir ao trono casou, em 1208, com D. Urraca, filha de D. Afonso VII de Castela e irmã de D. Branca, mulher de Luís VIII de França.

 

A celebração do matrimónio foi conflituosa, pois o bispo do Porto, D. Martinho Rodrigues, considerando que os noivos eram parentes, não participou na cerimónia e negou a validade à união. O casal teve quatro descendentes: Sancho, Afonso, Leonor e Fernando, mas o monarca ainda contava com um filho ilegítimo, João Afonso.

 

Quando subiu ao trono, em finais de março de 1211, preocupou-se mais com a administração do reino do que com o comando das tropas, que continuavam a lutar contra os mouros. Defensor dos direitos régios, o monarca adotou uma política de centralização jurídico-administrativa, baseada nos princípios do Direito Romano, muito inovadora em relação à Europa do seu tempo.

 

O seu cognome poderia ter sido o Legislador, atendendo à sua dedicação na organização jurídica e administrativa do reino. Seguindo a linha de pensamento de que os portugueses formam um todo nacional e que têm de conhecer por que leis se regem, estava decidido a pôr ordem na vida pública, mesmo que para isso fossem postos em causa alguns direitos universalmente consagrados, bem como os interesses das classes privilegiadas, perdendo, assim, a amizade destas.

 

Logo nos primeiros meses de governação, reuniu as Cortes, em Coimbra, para aprovar leis relacionadas com a organização nacional, que passaram a ser aplicadas em todo o território. Refira-se que nos reinados anteriores não havia leis que fossem seguidas em todo o país. As regras variavam consoante os costumes, a vontade dos grandes senhores e os registos existentes em cada região ou localidade. Destas Cortes saíram, assim, as primeiras leis gerais do país.

 

De acordo com testemunhos escritos, antes de cada lei narrava-se um resumo do conjunto: o rei "estabeleceu juízos (normas): que o reino e todos os que nele morassem fossem por ele regidos e sempre julgados por ele e todos os sucessores, que, se alguma coisa vissem de corrigir, ou acrescentar, ou minguar, nesses juízos, que o corrigissem. Outrossim estabeleceu que as suas leis sejam guardadas e os direitos da Santa Igreja de Roma".

 

Ao que tudo indica foi também promulgada nestas Cortes a primeira Lei de Desamortização, que proibia a aquisição de terras às ordens religiosas, exceto com fins previstos. Outra medida introduzida por D. Afonso II foi o registo por escrito de todos os diplomas emitidos pela Chancelaria. Assim, impedia-se que o clero e a nobreza se aproveitassem da falta de controlo para alargar as suas propriedades e ocupar as terras da Coroa.

 

Para ser bem sucedido nesta tarefa, o rei incumbiu os funcionários de vigiar todo o país e averiguar se aqueles que anexaram terras tinham direitos sobre elas. Para isso, os senhores tinham de apresentar provas da pertença das propriedades. Se de facto isto fosse comprovado, recebiam uma Carta de Confirmação de posse, se não eram obrigados a devolver as terras ao monarca. A este levantamento, ocorrido a partir de 1220, chamou-se Inquirições.

 

Este conjunto de medidas deu, então, início à luta da realeza contra as classes privilegiadas. Neste âmbito surgiu o conflito entre o rei, as suas irmãs e o arcebispo de Braga. A recusa de D. Afonso em cumprir o testamento do pai, que concedia senhorios a D. Teresa, a D. Sancha e a D. Mafalda, conduziu-o a entrar num litígio com elas, que só foi resolvido anos mais tarde com a arbitragem do papa Inocêncio III. Por sua vez, o desentendimento com o arcebispo de Braga teve por base os direitos e prerrogativas eclesiásticos.

 

Para além destes dois desenlaces terem tido intervenções diplomáticas, também estiveram sujeitos a incursões militares apoiadas pelo rei Afonso IX de Leão, que veio em auxílio das três infantas. Este conflito foi tão intenso que, em 1212, os juízes pontifícios chegaram a excomungar o monarca e a lançar um interdito sobre o reino. Anos mais tarde, o Papa ordenou aos juízes a absolvição do rei e, em 1218, através da bula Manifestis probatum, do papa Honório III, foram confirmados a D. Afonso II os privilégios de Portugal junto da Santa Sé.

 

A relação que o monarca manteve com a sua família não foi amigável. Ainda antes de se desencadear o conflito com as infantas, os desentendimentos estenderam-se aos seus irmãos, em consequência da recusa do rei em lhes dar a parte pecuniária que lhes fora destinada em testamento.

 

Embora a D. Afonso II interessasse mais fortalecer o poder régio do que empreender grandes expedições para alargar o território português, o monarca teve cuidado em defender as fronteiras e, por isso, concedeu às ordens militares grandes áreas da Beira Baixa e Alentejo. O facto de não possuir o ardor de conquistador pode justificar as limitadas glórias militares que ocorreram durante a sua governação. Não detinha o espírito guerreiro do seu pai e avô e, contra os costumes de então, não acompanhava as tropas nas batalhas.

 

Foi portanto sem a chefia de D. Afonso II que os exércitos portugueses lutaram, ao lado dos castelhanos, aragoneses e franceses pela defesa da Península contra os mouros, derrotando-os na Batalha de Navas de Tolosa, em 1212. Esta vitória deu ao monarca a supremacia militar sobre os outros reinos cristãos peninsulares.

 

Nessa altura, os almóadas davam provas de fragilidade. Era o momento ideal para anular a ameaça que representava a localidade muçulmana de Alcácer do Sal, que se localizava num ponto estratégico para os exércitos inimigos atacarem Portugal. Em 1217, os portugueses conquistaram definitivamente aquela praça, com o auxílio dos cruzados. Foi a única conquista do seu reinado e o monarca não a presenciou: "Afonso II não quis tomar parte da empresa de Alcácer, porque andava ocupado a reivindicar para si o reino".

 

Veio a morrer ainda novo na terra que o viu nascer, deixando como herdeiro do trono o seu filho D. Sancho II. Foi sepultado no Mosteiro de Alcobaça.

Consumo diário de nutrientes

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As doses diárias recomendadas são quantidades-padrão estabelecidas pelas entidades oficiais. Representam as quantidades diárias de um determinado nutriente que devemos consumir para nos mantermos saudáveis. Essas doses são criticadas por alguns nutricionistas, que defendem que os valores que estas apresentam são muito baixos. Argumentam que, embora uma dose diária recomendável seja suficiente para prevenir uma doença deficitária, como o escorbuto (causada pela deficiência de vitamina C), não é suficientemente elevada para manter o organismo a funcionar com saúde e bem-estar. Os críticos dizem que essas doses deviam ser aumentadas para se estimular as pessoas a fazerem dietas mais saudáveis.

Dicas para se manter hidratado

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• Ingira alimentos com elevado teor de água, como a fruta e a sopa;

 

• Beba um copo de água, pela manhã, ao acordar;

 

• Beba um copo de água, pelo menos, meia hora antes de cada refeição;

 

• Beberique água a intervalos de 10-15 minutos durante a prática de exercícios físicos (muitas pessoas subestimam o quanto suam; experimente pesar-se antes e depois de transpirar);

 

• Beba água mal tenha indícios de dores de cabeça ou de cãibras musculares;

 

• Escolha bebidas descafeinadas ou com pouca cafeína que não tenham um efeito diurético sobre o organismo;

 

• Compre uma máquina de fazer sumos e faça os seus próprios sumos de fruta e de vegetais. Como alternativa, faça batidos numa misturadora.