Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Torre de Babel

Torre de Babel

História do Castelo do Porto

Pondo de lado a polémica acerca de terem existido ou não muralhas românicas no Porto, construídas nos finais do século III ou inícios do IV (mais precisamente durante a crise que assinalou o Império), como sustentam alguns historiadores (estribados nos resultados das escavações arqueológicas efetuadas junto a um dos poucos trechos sobreviventes dessa muralha, à entrada da Calçada de Vandoma), de verdade histórica indiscutível é a existência de dois muros defensivos no Porto, ambos medievais: a muralha dita sueva (cerca velha) e a muralha fernandina (cerca nova), das quais existem ainda hoje vestígios, mais desta que daquela, evidentemente.

 

IMG_20170808_184015_017.JPG

Perto da Sé, na esquina da Calçada de Vandoma com a Avenida de Vímara Peres, pode ver-se o que se considera serem os restos da muralha primitiva, o chamado Castelo do Porto.

 

Além da natural proteção da cidade, as cinturas de muralhas destinavam-se, essencialmente, a defender os habitantes e os seus bens das investidas de invasores e atacantes, tão frequentes nos tempos medievais.

 

A maioria dos historiadores do Porto situa num dos mais recuados séculos da Idade Média a época em que se ergueu a primeira cinta de muralhas em volta da cidade, então ainda um modesto povoado castrense no alto do morro da Pena Ventosa.

 

Atribui-se aos reis suevos a construção dessa primitiva cerca e terá sido sobre os alicerces dessa fortificação sueva, arrasada completamente pelo terrível chefe mouro Almançor, em 825, que o gascão Moninho Viegas (trisavô de Egas Moniz), ajudado pelos cristãos, no tempo da Reconquista, mandaria reconstruir os muros do burgo.

 

Designada também «castelo do Porto» em muitos documentos antigos, a cerca velha data, pois, da alta Idade Média e existia ainda em 1120, aquando da doação do Burgo Portucalense ao bispo D. Hugo. De facto, no documento de doação de D. Teresa, referem-se territórios «extra muros», que integravam, para além do castelo propriamente dito, o couto doado ao primeiro bispo da diocese definitivamente restaurada.

 

Esta cerca primitiva erguia-se no morro da Pena Ventosa, à volta da Sé e de algumas construções que formavam o núcleo primitivo do burgo portucalense. Este morro, sobranceiro ao Douro, era um local de grande importância estratégica para o controlo da passagem do rio, principal via de entrada e saída da maior parte das mercadorias transaccionadas na cidade.

 

A muralha comunicava com o exterior através de quatro portas. A principal era a de Vandoma (demolida, juntamente com a capela anexa, em 1855) e ficava a nascente do burgo, entre o Largo da Sé e a Rua Chã, antes denominada Chão das Eiras. Daqui, a muralha rodeava o monte da Sé, seguindo de perto as Escadas das Verdades, onde se erguia o Arco ou Porta das Mentiras (mais tarde chamado das Verdades, demolido, talvez no decurso do século XIV). Cruzava então pelo alto do Barredo, fazendo um ângulo sobranceiro ao rio da Vila (hoje entubado sob as ruas de Mouzinho da Silveira e de S. João), onde se situava o Arco de Sant'Ana ou das Aldas (demolido em 1821). Continuava depois para norte, onde se abria o Arco de S. Sebastião (apeado em 1819, por ameaçar ruína iminente), seguindo depois em zig-zag até fechar o circuito, na Vandoma.

As melhores armas contra os radicais livres são os antioxidantes

As melhores armas na luta contra os radicais livres são, de longe, os antioxidantes, que se encontram presentes nas vitaminas A, C, E, no coenzima Q10 e betacaroteno, bem como nos minerais como o selénio e o zinco.

 

antioxidant-foods-720x480.jpg

 

Quando os radicais livres percorrem o organismo, as moléculas antioxidantes podem emparceirar com eles, evitando que estes ataquem as moléculas saudáveis. Quando os antioxidantes emparelham (ou «lavam») com os radicais livres, estes podem ser eliminados do corpo através dos aparelhos excretórios. Deste modo, não há danos infligidos ao organismo.

 

Uma das formas de compreender a ação dos antioxidantes é observar o que acontece quando é deitado sumo de limão sobre a superfície cortada de uma maçã. Assim que a maçã é cortada e exposta ao ar, reage com o oxigénio e começa a perder a cor. Se se espremer um limão e se verter o sumo sobre a superfície cortada, a ação antioxidante da vitamina C, contida no sumo, vai impedir a descoloração. Contudo, esta proteção é apenas temporária e a superfície cortada começará a oxidar, à medida que a função antioxidante se vai diluindo.

 

A importância dos antioxidantes na sua dieta não pode ser menosprezada. É fundamental que todos, especialmente as pessoas mais velhas, ingiram alimentos ricos em vitaminas e minerais antioxidantes. Os nutricionistas recomendam que se ingira diariamente vários frutos e vegetais. Os antioxidantes também estão disponíveis sob a forma de suplementos.

Fibra: a vassoura da natureza

Article_9_Picture_1_different-foods-rich-in-dietar

 

A fibra dietética é essencial para ter um aparelho digestivo saudável. É, por vezes, denominada de «vassoura da natureza», porque percorre os intestinos, transportando os resíduos e fragmentos para fora do corpo. A fibra não é digerida pelo organismo, por isso, conserva o seu volume inicial e contribui para os movimentos regulares e saudáveis dos intestinos. Também pode diminuir a quantidade de gordura que é absorvida pelo corpo e ajudar a proteger as artérias. A fibra absorve a água dos intestinos, deste modo, se a sua dieta inclui uma grande quantidade de fibras, há que aumentar o consumo de água. Como bastantes fontes naturais de fibra, tais como lentilhas, feijões secos, sementes, cereais, fruta e vegetais.

Afonso XI de Leão e Castela

Afonso XI, o Justiceiro, sucedeu ao pai, Fernando IV, no trono de Leão e Castela quando tinha somente um ano de idade. Enquanto menor, as diferentes facções de nobres promoveram violentas lutas, que em 1325, quando atingiu a maioridade, sanou com um vigor sem precedentes.

 

alfonso-xi.jpeg

 

Dotou os municípios e as Cortes de novos poderes, como paga pelo apoio que lhe deram contra os nobres revoltosos. Fortaleceu o poder da Coroa com a escolha de oficiais sem tradição aristocrática.

 

Neto de D. Dinis de Portugal, Afonso XI, para além de fortalecer o poder real, também interveio na cena política europeia, que, na época, era assombrada pela Guerra dos Cem Anos. Foi frequentemente assediado pelas Cortes de França e de Inglaterra, mas evitou compromissos com cada uma delas.

 

Casou-se, em segundas núpcias, com D. Maria, filha de D. Afonso IV de Portugal. Apesar dos problemas matrimoniais e da insatisfação de D. Afonso IV em relação ao genro, em nome da luta contra os infiéis, acabou por ajudá-lo na Batalha do Salado, em 1340. Quatro anos mais tarde, tomou Algeciras, fazendo as pazes com Marrocos e Granada.

 

A expansão até ao estreito constituiu outra das preocupações de Afonso XI de Leão e Castela. Veio a falecer precisamente no cerco de Gibraltar.

O que precisa de saber sobre o Eclipse solar de 21 de agosto de 2017

Um dos fenómenos celestes mais espetaculares são os eclipses solares. O eclipse solar de 21 de agosto de 2017 será melhor visualizado no mundo ocidental, mais especificamente na América do Norte, na América Central, no Caribe, no norte da América do Sul e no oeste da Europa e da África. Trata-se do eclipse número 22 na série Saros 145 e terá uma magnitude de 1,0306. Para alguém que viva no estado norte-americano do Illinois, este eclipse solar durará mais de 2 minutos e 30 segundos.

 

solar-eclipse.jpg

 

Um eclipse solar ocorre quando a Lua passa entre a Terra e o Sol, obscurecendo assim a imagem do Sol para um observador na Terra. O facto de a Lua e o Sol terem aproximadamente o mesmo diâmetro para um observador na Terra faz com que este fenómeno astronómico receba uma atenção especial na atualidade, tal como sempre recebeu ao longo da história. Em pleno dia, surge a noite, um acontecimento que atemorizava e espantava os povos antigos, mas que hoje a ciência explica facilmente.